Samba-Enredo 2019 - Quilombo do Futuro

G.R.C.S Vai-Vai

Compositor: Dema, Rodrigo Minuetto, André Ricardo, Rodolfo Minuetto, Marcelo Casa Nossa, Kz, Gui Cruz, Edegar Cirillo

Ô, Inaê, rainha do mar
Alodê, Iabá, Odoyá
Cuida de mim, mamãe, leva meu pranto
Em seus braços, o meu acalanto

Sorrir, sim, nós podemos sonhar
Pois temos um futuro pela frente
Punhos cerrados
A Saracura está presente

É que eu sou da pele preta
Quilombo do povo, eu sou Vai-Vai
Um privilégio que não é pra qualquer um
Protegido e abençoado por Ogum

É que eu sou da pele preta
Quilombo do povo, eu sou Vai-Vai
Um privilégio que não é pra qualquer um
Protegido e abençoado por Ogum

Axé, eu sou a negra alma do Bixiga
Herança que marcou a minha vida
Tem que respeitar minha raiz

O Orum vai desvendar toda a verdade
Pra resgatar a nossa identidade
Das linhas que a história apagou

África, a negra mãe da humanidade
Nas marcas de um passado tão presente
A luta que Mandela ensinou
É a força de lutar por nossa gente
Clamando a justiça de Xangô

Ô, Inaê, rainha do mar
Alodê, Iabá, Odoyá
Cuida de mim, mamãe, leva meu pranto
Em seus braços, o meu acalanto

Ô, Inaê, rainha do mar
Alodê, Iabá, Odoyá
Cuida de mim, mamãe, leva meu pranto
Em seus braços, o meu acalanto

Ecoa o grito forte na senzala
Nos olhos, brilha um novo amanhecer

Aruanda, ê, Aruanda
Trago a força de Palmares
Pra vencer demanda

Aruanda, ê, Aruanda
Trago a força de Palmares
Pra vencer demanda

A liberdade é minha por direito
Não vamos tolerar o preconceito
Somos todos irmãos
E a luz da razão vai nos guiar

Sorrir, sim, nós podemos sonhar
Pois temos um futuro pela frente
Punhos cerrados
A Saracura está presente

É que eu sou da pele preta
Quilombo do povo, eu sou Vai-Vai
Um privilégio que não é pra qualquer um
Protegido e abençoado por Ogum

É que eu sou da pele preta
Quilombo do povo, eu sou Vai-Vai
Um privilégio que não é pra qualquer um
Protegido e abençoado por Ogum

Axé, eu sou a negra alma do Bixiga
Herança que marcou a minha vida
Tem que respeitar minha raiz

O Orum vai desvendar toda a verdade
Pra resgatar a nossa identidade
Das linhas que a história apagou

África, a negra mãe da humanidade
Nas marcas de um passado tão presente
A luta que Mandela ensinou
É a força de lutar por nossa gente
Clamando a justiça de Xangô

Ô, Inaê, rainha do mar
Alodê, Iabá, Odoyá
Cuida de mim, mamãe, leva meu pranto
Em seus braços, o meu acalanto

Ô, Inaê, rainha do mar
Alodê, Iabá, Odoyá
Cuida de mim, mamãe, leva meu pranto
Em seus braços, o meu acalanto

Ecoa o grito forte na senzala
Nos olhos, brilha um novo amanhecer

Aruanda, ê, Aruanda
Trago a força de Palmares
Pra vencer demanda

Aruanda, ê, Aruanda
Trago a força de Palmares
Pra vencer demanda

A liberdade é minha por direito
Não vamos tolerar o preconceito
Somos todos irmãos
E a luz da razão vai nos guiar

Sorrir, sim, nós podemos sonhar
Pois temos um futuro pela frente
Punhos cerrados
A Saracura está presente

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